Notícias
Fundação José Pedro de Oliveira fortalece atuação nacional em reuniões sobre manejo integrado do fogo e prevenção de incêndios florestais
A Fundação José Pedro de Oliveira participou, nesta semana, de dois importantes encontros nacionais promovidos pelo Governo Federal voltados ao fortalecimento das políticas públicas de prevenção e combate aos incêndios florestais: a 4ª Reunião Técnica para Tratar das Perspectivas Climáticas para o Ano de 2026 e do Risco de Incêndios Florestais e a 7ª Reunião Ordinária do Comitê Nacional de Manejo Integrado do Fogo (COMIF).
A presença da Fundação reafirma seu protagonismo na proteção da Mata de Santa Genebra e sua contribuição para a construção de estratégias nacionais de manejo integrado do fogo. A instituição integra o COMIF por indicação da Associação Nacional de Municípios e Meio Ambiente (ANAMMA), realizada por seu presidente nacional, Marçal Cavalcanti, em reconhecimento ao trabalho desenvolvido pela Fundação na prevenção e no combate aos incêndios florestais.
Na 4ª Reunião Técnica, realizada em formato virtual, a Fundação foi representada pelo presidente Rogério Menezes e pela diretora de Infraestrutura e brigadista Marcela Longhi. O encontro reuniu especialistas do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN), Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (LASA/UFRJ) e Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), que apresentaram análises sobre o cenário climático previsto para 2026.
Entre os principais destaques, foi apresentada a previsão de alongamento do período seco durante o segundo semestre de 2026, com temperaturas acima da média e condições climáticas que deverão se estender entre os meses de outubro e dezembro, elevando significativamente o risco de ocorrência de incêndios florestais em diversas regiões do país. As informações servirão de base para o planejamento das ações preventivas desenvolvidas pela Brigada da Fundação José Pedro de Oliveira.
Já na 7ª Reunião Ordinária do COMIF, realizada em formato híbrido, a Fundação foi representada pelo presidente Rogério Menezes de Mello, pelo chefe da Brigada, Fernando Rodrigues, e pelo chefe de Esquadrão, Wilson Tavares. A pauta abordou temas estratégicos para o fortalecimento da Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo, incluindo a apresentação do Relatório Ciman 2025, recomendações para a implementação das Resoluções nº 2 e nº 3 de 2025, além de informes sobre os Planos de Ação Integrados para a Amazônia e o Pantanal, o seminário que marcou os dois anos de implementação da Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo (PNMIF) e a discussão da proposta de Resolução do CONAMA sobre a queima controlada.
Para o presidente da Fundação José Pedro de Oliveira, Rogério Menezes, a participação da instituição nesses fóruns nacionais representa um importante reconhecimento do trabalho desenvolvido na Mata de Santa Genebra e fortalece o planejamento das ações voltadas à prevenção dos incêndios florestais.
"A participação da Fundação nesses encontros técnicos reforça nosso compromisso com a prevenção e o combate aos incêndios florestais. O acesso antecipado às previsões climáticas e a participação nas discussões nacionais sobre manejo integrado do fogo permitem aperfeiçoar o planejamento das ações da nossa Brigada e fortalecer a proteção da Mata de Santa Genebra, um dos mais importantes remanescentes de Mata Atlântica do Estado de São Paulo."
A Fundação José Pedro de Oliveira mantém atuação permanente na prevenção e no combate aos incêndios florestais por meio de sua Brigada, investindo continuamente na capacitação das equipes, no monitoramento das condições climáticas e ambientais e na integração com instituições municipais, estaduais e federais.
A participação nos dois encontros reforça o compromisso da Fundação com a preservação da Mata de Santa Genebra, referência em conservação da biodiversidade, educação ambiental e pesquisa científica, além de evidenciar a importância da cooperação entre instituições para antecipar cenários climáticos, aperfeiçoar estratégias de prevenção e ampliar a proteção dos recursos naturais brasileiros.

